Diário de um assassino: Agradecimento


As coisas aconteceram rápido demais, mas tentarei contar-lhes detalhadamente. Ela sentou no sofá de frente pro garoto e pediu que eu servisse o sorvete, quando voltei ela estava toda suja se sangue e logo abaixo do “Feliz Aniversário” estava um “Obrigada” grotescamente esculpido as pressas, achei isso muito excitante, tanto que o sorvete só serviu para nos sujarmos, se foram tomadas duas colheres eu diria que foi muito, logo estávamos no chão da sala, apenas com roupas intimas, quanto mais o garoto amarrado geme de dor mais ela se mexe encima de mim, eu estava quase ficando maluco, querendo arrancar o que restava de roupa, tanto minha quanto dela,  foi quando ela puxou o estilete e fez um corte em mim, depois outro e outro, até meu peito estar coberto de sangue que saiam de pequenos cortes, então ela derramou o sorvete e se deitou sobre mim, lambuzando-se bem, depois se ergueu novamente e tirou o que faltava da sua roupa, ao se deitar novamente começou a retirar o que faltava da minha roupa, enquanto ia descendo pela mistura de sorvete e sangue.
Virei ela e a beijei, logo comecei a descer para seus seios, brincando com eles e passando a língua naquela mistura de sangue e sorvete, continuei descendo até chegar a sua barriga, onde fiquei rodeando seu umbigo com o dedo, quando desci mais ela se mexeu como se tivesse sentido um calafrio ou cócegas. Ela com as pernas abertas, esperando o toque e eu passo direto pra sua coxa direita, dando mordidinhas, zombando dela, passando pra coxa esquerda com a língua pelo meio, dessa vez ela geme, mas novamente eu volto a morder a coxa. Quando finalmente chegou ao meio ela se entrega, larga o corpo no chão e tudo que ouço são seus gemidos, quando ela está enlouquecendo eu paro e volto pra cima dela e a olho nos olhos enquanto a penetro, depois de tudo o que eu fiz ele entra com facilidade, deslizando, e a dança começa, movimentos ritmados ou desencontrados, trocas de posições, ela está encima de mim quando começa a se contorcer e logo depois chegamos juntos no final.
Então dois corpos cansados e sujos deitam abraçados, no chão da sala e ali dormem, como anjos.

1 comentários:

  1. Bruna Reis disse...

    Que imaginação em Luis, hahahahahhahahahhaha

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