Esta frio demais, não gosto disso, essa marreta é muito pesada, mas eu quero terminar o trabalho dele. Vou explicar-lhes quem é ele e o que eu vou fazer, seu nome é Alexander Pichushkin, ele é um companheiro de serviço e queria matar pessoas suficientes para completar um tabuleiro de xadrez, faltam apenas duas, um casal, rei e rainha.
Minha mochila pesa por causa do peso da marreta, mas preciso dela, era a ferramenta dele, o frio da noite incomoda, as ruas estão desertas e estou começando a cansar. Passo por um homem sozinho, mas não é o que eu procuro, mas o fato dele ser ruivo me é tentador, uma pessoa que eu mataria se fosse por mim, mas como estou numa nobre missão não posso.
Depois de um tempo passei por um casal, ele loiro, ela morena, não serviam, não seriam rei e rainha do mesmo lado, sei que o Alex não agia assim, mas eu quero me divertir, então farei ser perfeito, ao menos isso será do meu jeito.
Demorou um pouco e caminhei muito, mas achei, um casal de morenos, vou seguindo eles a certa distancia, tenho certeza que me viram, mas porque teriam medo de um pequeno garoto frágil? Perto de uma rua deserta vou tirando a marreta da mochila, a adrenalina começa a subir, sinto meu corpo formigando, coloco meu sobretudo na mochila para não suja-lo, caminho mais rápido pra alcançá-los, claro que se eu bater no homem ela irá fugir, mas se eu bater nela ele vai ficar pra brigar e é isso que eu faço, acerto as costas da mulher e ela cai, automaticamente o homem se vira pra mim querendo me bater, presa fácil, quebro um de seus braços com a marreta quando ele tenta se defender, cai no chão gritando de dor, duvido que ouçam a essa hora da madrugada, acerto a mulher na cabeça três vezes enquanto ele olha, o cranio ficou muito deformado, mas cuidei pra não estragar o rosto, ele olha com ar de aterrorizado, murmura alguns nãos, eu me sujei de sangue, ainda bem que guardei o sobretudo, é tão excitante estar coberto de sangue novamente, depois de tanto tempo, mas não posso ficar devaneando, ele está gritando, hora de brincar com o homem, vou arrastando a marreta até onde ele está, recebo um olhar de suplica, ergo a marreta e fico encarando-o, sinto uma onda de prazer percorrer meu corpo enquanto ela desce de encontro ao seu rosto, esmago-o sem piedade e continuo batendo até sentir o concreto do chão.
Que sensação maravilhosa essa de dever cumprido, visto o agasalho e volto pra casa calmamente, amo andar pela cidade durante a noite, ela é tão silenciosa e calma, tão linda iluminada artificialmente, chego em casa e vou dormir, será um ótimo sono com esse cheirinho de sangue fresco.
simplesmente incrivel.
Até consegui criar imagens em minha imaginação fertil.
Mto bom mesmo. :)